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MAPA lança iniciativas sobre emergências e defesa agropecuária

Programas fazem parte do Plano de Defesa Agropecuária, um dos principais eixos da gestão de Kátia Abreu no ministério Com investimento na casa dos milhões, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF) lançou nesta terça-feira (24/11) um conjunto de três iniciativas que fazem parte do Plano de Defesa Agropecuária 2015-2020, apresentado pelo MAPA em maio, e um dos principais eixos da gestão da ministra Kátia Abreu. O Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária na Faixa de Fronteira prevê R$ 125 milhões de investimento em cinco anos e objetiva o fortalecimento de ações sanitárias e fitossanitárias nos 15,7 mil quilômetros de fronteira brasileira. A estruturação é feita por meio de quatro componentes: fortalecimento institucional, comunicação e educação continuada, sistema de gestão territorial aplicado à faixa de fronteira e uso de informação e inteligência. A missão é fortalecer a estrutura e a capacidade para coleta, processamento e transmissão de dados e informações nos órgãos estaduais de defesa agropecuária, implementando um sistema de gestão territorial com participação também do setor privado e do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). A finalidade é integrar toda a cadeia produtiva no suporte à gestão do risco sanitário, fitossanitário e de saúde pública, associado ao ingresso de mercadorias de interesse agropecuário. O MAPA também lançou a Força Nacional do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (FN-SUASA), que contempla medidas de assistência e controle a situações epidemiológicas, de desastres ou de desassistência aos rebanhos e às lavouras brasileiras. O objetivo é dar resposta rápida e coordenada às emergências zoofitossanitárias que representam riscos à saúde dos rebanhos e cultivos agrícolas que podem trazer prejuízos à produção. Uma equipe multidisciplinar formada por 628 fiscais agropecuários federais, estaduais e municipais, entre médicos veterinários e engenheiros agrônomos, vai atuar em conjunto com as demais esferas de governo e instituições envolvidas na resposta às situações de emergência em saúde animal e sanidade vegetal. Canal Azul. Também foi lançado o processo eletrônico de exportação Canal Azul, que elimina documentos em papel e confere agilidade na liberação de cargas. O sistema já foi testado em exportações de carnes nos portos de Paranaguá (PR), Itajaí (SC) e Santos (SP) e apresentou redução de 72 horas no tempo médio entre o carregamento dos contêineres na indústria e o embarque nos navios, o que representa corte significativo nos custos de logística de transporte e armazenagem. Fonte: MAPA, adaptado pela equipe feed&food.